Cerco de Jericó: A muralha foi derrubada no poder de um clamor

O Santuário de Nossa Senhora dos Prazeres e Divina Misericórdia realiza duas vezes por ano, o Cerco de Jericó. O último Cerco concluído no Louvor (3 de setembro), contou com a participação dos padres Anderson Guerra, Lídio Sampaio, Alberto Gambarini, Rodrigo Natal e Frei Gilson. A animação ficou por conta de Marília Mello, Cris Soares, Rita Hengles Nery, Lucimar Nascimento, Canthares e Ministérios do grupo de oração e da missa das 18h30. Em todas as noites a igreja ficou totalmente lotada. O objetivo do Cerco é despertar

O objetivo do Cerco é despertar nas pessoas a fé, o louvor, o poder da oração e acima de tudo leva-las a um encontro pessoal com Jesus Cristo.

A inspiração do Cerco tem como base o capítulo 6 do livro de Josué. O texto sagrado narra que, antes de chegar à Terra Prometida, o povo de Israel se viu diante das grandes muralhas de Jericó, que o impedia de prosseguir a caminhada. Obedecendo a voz de Deus, Josué, líder do povo, convidou-os a orarem durante sete dias e sete noites rodeando as muralhas de Jericó, tendo à frente a Arca da Aliança, sinal da presença de Deus na caminhada com seu povo. Ao final desses dias, as muralhas caíram e o povo pôde, então, conquistar a terra da promessa.

Entenda o que é Cerco de Jericó

O primeiro encontro chamado Cerco de Jericó começou na Polônia, quando, para obter uma vitória, alguns piedosos católicos poloneses se organizaram em seu país. O, então, Papa João Paulo II, devia ir à Polônia, porém as autoridades recusaram o visto de entrada do Papa no país. Foi então que, com fervor, organizaram os 7 dias de oração. E logo que terminou o Cerco, caíram as “muralhas” e o comunicado oficial anunciou que o Papa podia visitar a Polônia. O que são nossas muralhas hoje? São problemas e dificuldades da vida, que podem ‘cair’, por meio das orações no Cerco de Jericó. Muitos são os testemunhos de graças e conversões alcançadas por meio das orações e da fé que é vivenciada nesses dias.

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