Maria Santíssima e S. João de Brito
S. João de Brio (1647-1693) foi grande devoto de Nossa Senhora e, de um modo particular, do terço. Devido a um seu fervoroso semão pregado em Goa, duas mulheres deixaram a má vida, indo morar num recolhimento que o Santo lhes arranjou. Três ou quatro homens, furiosos por aquela perda, investiram de noite contra o missionário que atravessava uma rua periférica da cidade, rezando o terço tranquilamente com o seu companheiro. Saltaram sobre eles deixando o Padre João de Brito quase morto e o seu acompanhante gravemente ferido (Moreschini, San Giovanni de Brito, pág. 95).
O Padre António Franco conta "que os seus catequistas juntavam todos os dias, á noite, os convertidos e rezavam a Ladaínha de Nossa Senhora, e se batizavam por ano 5000 almas (Imagem da Virtude em o Noviciado de Lisboa, Coimbra 1717, pág. 717).
Narra também que ao receber na presença de outros cristãos a ordem do martírio, deu logo graças a Deu e rezaram todos o Rosário da Senhora, pedindo a todos alcançasse a graça final (pág. 804).
